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Love from the Male Protagonist’s Harem

Capítulo 25 — Pavilhão Suxi

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🟡 Em breve

Xia Ge despertou ao som dos passarinhos chilreando.

Seus olhos não se abriram. Mas ela estava acordada.

…o que quer que estivesse deitada claramente não era sua própria cama.

Havia um edredom muito macio, com um leve aroma de sândalo. Ah, esse edredom era cem vezes mais confortável e quente para se aconchegar do que o seu próprio.

Ainda de olhos fechados, Xia Ge se sentia meio desligada. Quanto tempo teria dormido? Quando teria adormecido? O efeito da {captura da alma} já teria passado?

— Ela não fazia ideia.

Mesmo assim, inesperadamente, não sentia nenhum pânico.

Um aroma reconfortante a envolvia enquanto ela lentamente recordava o que tinha acontecido naquele dia.

Ela tinha faltado à aula para beber, foi pega no ato pela Irmã Mais Velha, saiu da taverna cercada por fantoches demoníacos assassinos, e depois a {tianzhuling} da Irmã Mais Velha…

— Você pode manter os olhos fechados até o amanhecer, os espíritos malignos não vão te fazer mal.

A voz da jovem fora clara e fria, porém muito suave.

— Pequeno fantoche, pequeno fantoche — chamou Xia Ge para seu sistema.

Finalmente, depois de um longo silêncio, o sistema respondeu preguiçosamente:

— Sim? Estou aqui, qual o problema?

— O efeito já passou?

Sistema:

— Que efeito?

— {captura da alma}.

O sistema soou surpreso:

— Sua {captura da alma} foi aprimorada. Se você não usar deliberadamente, o efeito cessará em três minutos.

— …

Por um instante, Xia Ge sentiu uma pontada de vergonha inacreditável pela atuação forçada diante da Irmã Mais Velha ontem.

De olhos ainda fechados, bateu a testa com o dorso da mão:

— Meu Deus…

Antes ela acreditava que não podia abrir os olhos por causa da {captura da alma}, e agora não podia porque seria insuportável encarar o olhar de uma certa pessoa.

Sufocante.

Sistema:

— É o que você merece. Quem mandou você não ler a descrição da habilidade?

— Não quis ler. Se eu lesse, só ficaria tentada a usar {captura da alma} mais vezes, e aí aumentaria as chances de ser descoberta.

O sistema demorou um pouco para entender essa linha de raciocínio:

— Acho que faz sentido.

Xia Ge se virou na cama. Claro que fazia sentido. Quando uma preguiçosa queria folgar, qualquer desculpa plausível servia.

Fingindo estar fraca, Xia Ge ficou imóvel como um cadáver por um bom tempo. Mas ninguém veio checar nela e, no fim, fingir estar inválida para uma plateia inexistente ficou entediante. Finalmente, abriu os olhos, e a primeira coisa que viu foi que as bandagens na mão esquerda tinham sido trocadas. Tocou o pescoço, sentindo duas camadas de ataduras macias e bem feitas, com um aroma quase imperceptível de sândalo.

Depois, observou ao redor.

Luz quente do sol filtrava por uma janela trabalhada, iluminando um quarto limpo e arrumado. Uma mesa de madeira de pera ficava diante da janela, com um pequeno vaso de porcelana solitário em cima, contendo um gracioso ramo de flores de pessegueiro.

Bem… obviamente não era seu próprio quarto.

O edredom sobre o corpo era tão macio. Xia Ge levantou-o para olhar para si mesma, soltando um suspiro de alívio com o que encontrou.

Suas roupas não tinham sido removidas.

Sistema:

— Mesmo que tivesse sido despida, não é como se houvesse algo para ver…

— …

Sistema lixo. É tão difícil assim não falar nada?

Sem expressão, Xia Ge saiu da cama. Coçou a cabeça sem pensar, mas ficou surpresa ao perceber que o cabelo estava solto e a fita verde havia desaparecido.

De repente o sistema lembrou:

— Hospedeira, você deixou aqueles dois da Seita Demoníaca escaparem ontem.

— Cadê minha fita verde? — perguntou Xia Ge, ignorando o comentário do sistema — Para onde foi?

— Sua Fita Liuli foi dada para aquele garoto Bairen… O que você está planejando?

Parando só para calçar as botas, Xia Ge quase revirou o quarto procurando a fita verde:

— Onde diabos foi parar…

— Hospedeira, devo avisar. Não tente mudar o rumo da história —

— Você é muito irritante.

No fim, Xia Ge encontrou a fita verde sobre a mesa de madeira de pera. Presa por um peso de papel, ao lado do fino papel de arroz, agora faltava um pedacinho do canto, graças a uma das agulhas de papel do Bairen. A brisa do meio-dia a fazia esvoaçar, e aquele toque de verde esmeralda animava o humor de qualquer um.

— Não vou tentar mudar o enredo — disse Xia Ge enquanto amarrava a fita preguiçosamente — O enredo está bom do jeito que está, eu gosto.

— Só que você…

— Ouvi dizer que a paisagem da Seita Demoníaca é muito bonita. Eu só queria que meu pequeno fantoche Liuli pudesse aproveitar, tá?

Sistema:

— …

Não pense que eu acredito nessas suas palavras maliciosas.

O clima ficou mais contido.

Sentindo que suas palavras tinham sido um pouco duras e querendo manter uma relação amistosa e cooperativa com sua hospedeira, o sistema resolveu oferecer uma sugestão amigável:

— Ah, a propósito, hospedeira, o Shopping de Pontos tem muitas promoções diárias, com habilidades bem interessantes. Se você tiver um tempo livre, deveria dar uma olhada…

Os lembretes do sistema quase nunca pareciam sinceros ou sutis.

— Não quero — respondeu Xia Ge.

Tentar fazer ela gastar pontos disponíveis era só uma armadilha do sistema. E, no seu humor atual, Xia Ge não estava afim de cair em cilada.

Tá achando que é esperto, me vendendo porcaria barata?

Sistema:

— Olha ou não olha, fica a seu critério.

A brisa carregava o perfume das flores de pessegueiro de abril começando a desabrochar sob o sol. Olhando pela janela os galhos da árvore, os olhos de Xia Ge brilharam levemente.

O enredo pode ser algo fixo, mas as pessoas dentro dele estavam vivas.

…Ye Ze.

Assim que a mente de Xia Ge começou a divagar, ouviu o leve rangido de alguém empurrando o portão de bambu. Uma voz distante perguntou:

— Você está acordada?

Virando a cabeça, Xia Ge viu Gu Peijiu enquadrada na porta.

Pensamentos complicados passaram pela mente de Xia Ge até que finalmente ela se fixou no aroma de sândalo misturado com flor de pessegueiro.

— …olá, irmã mais velha.

Xia Ge ficou aliviada ao ouvir que sua voz soava normal.

Afinal, aquela era a grande fera que havia derrotado mil fantoches demoníacos com um único golpe!!

— Vamos. Estamos indo para o Pavilhão Suxi, onde vou te ensinar liandan¹.

O olhar de Gu Peijiu percorreu Xia Ge, detendo-se involuntariamente por um segundo na mão esquerda e no pescoço enfaixados.

Xia Ge: “…”

Ao se virar para sair, Gu Peijiu percebeu que o garoto não a seguia. Lançou-lhe outro olhar por cima do ombro, com uma sobrancelha levemente arqueada:

— Então?

A voz dolorida do garoto ecoou do quarto:

— Senior, irmã mais velha, acho que tenho uma doença que me impede de refinar dan…

Gu Peijiu: “…”

— Você sabe tocar pipa? Sheng? Conhece algum instrumento musical que possa me ensinar? Ou talvez possa me ensinar guzheng², Go³, caligrafia… e pintura?

A voz de Gu Peijiu soou fria:

— Nosso exame de entrada na Danfeng testa apenas liandan. Xia Wuyin, não esqueça suas próprias palavras.

Xia Ge: “…”

O sistema, que decidira entrar em uma nova guerra fria com sua hospedeira, deu uma risada zombeteira:

[Qual é o seu grande problema? Vai em frente.]

Mas tempos desesperados exigiam medidas desesperadas.

No caminho todo até o Pavilhão Suxi, Xia Ge não deu trégua para sua irmã mais velha—

— Ah, ah, irmã mais velha, olha as lindas borboletas roxas aqui—

— Uau, esse padrão é tão bonito!

— Irmã mais velha, irmã mais velha, ainda tem amoreiras ali!

— …

Gu Peijiu caminhava à frente com o rosto impassível. Até que, após uma curva, percebeu que o silêncio atrás era excessivo demais.

Gu Peijiu parou e olhou para trás. De fato, o garoto com a fita verde havia desaparecido.

Forçada a voltar, Gu Peijiu retornou pelo caminho por onde viera. A trilha na montanha era pedregosa, com uma profusão selvagem de moitas dos dois lados, sem nenhum sinal daquele pirralho.

— Xia Wuyin.

Ela franziu as sobrancelhas por um momento, depois inclinou ligeiramente a cabeça. Estendeu a mão e pegou três ou quatro pequenas coisas que saíram de algum lugar oculto.

Borboletas roxas voavam diante de seu rosto, com asas adornadas por padrões intricados e belos, como se fossem de um conto de fada das borboletas. Uma risada clara e aberta de um pirralho soou entre as árvores:

— Irmã mais velha, essas borboletas não são encantadoras?

Gu Peijiu ergueu a cabeça e avistou o jovem sentado em um galho grosso. Segurando um maço de espinheiro, com um pedaço de capim-dente pendurado na boca, seu sorriso era tão brilhante quanto a luz do sol na primavera.

— Desça.

Seu coração não ficou completamente indiferente, mas Gu Peijiu manteve a expressão impassível.

— Vamos continuar andando.

— Que fria.

Cuspindo o capim-dente, Xia Ge saltou agilmente do galho. Mais uma vez seguindo Gu Peijiu, ela sorriu para si mesma:

— Irmã mais velha, liandan não é divertido. Aquela formação que você fez ontem, poderia me ensinar essa em vez disso?

— Vou te ensinar o que precisa para se tornar uma discípula interna da Danfeng.

A jovem caminhava à frente, com largas mangas brancas bordadas delicadamente com folhas de bordo vermelhas cobrindo as mãos, seu tom era indecifrável.

— Mas acho que meu verdadeiro desejo não é fazer Bigu dan⁴… — a voz de Xia Ge estava completamente ressentida — Vai ser um desastre! Ye Ze faliu financeiramente quando conseguiu!

Gu Peijiu respondeu:

— …não é tão difícil assim.

Os olhos de Xia Ge brilharam e ela se inclinou para um lado:

— Irmã mais velha vai fornecer os materiais?

Gu Peijiu: “…”

Xia Ge despejou algumas lágrimas de crocodilo:

— Ontem, você disse…

Gu Peijiu:

— Eu vou fornecer os materiais.

Ábaco interno ativado, Xia Ge imediatamente começou a calcular quanto dos materiais poderia vender.

— Ainda falta meio mês para o próximo exame, e você deve aprender nesse tempo. — Caminhando na frente, sem sequer olhar para trás, Gu Peijiu intuiu o que o pirralho calculista estava pensando. — Vou te vigiar enquanto refina um ingrediente por dia.

Xia Ge: “…”

…ai, que doloroso.

Outra grande soma escorregando pelas suas mãos.

Sistema: […]

Depois disso, Xia Ge ficou bastante deprimida e seu falatório cessou.

À frente, Gu Peijiu olhou para o que havia segurado na mão mais cedo.

Três ou quatro espinheiros vermelhos, contrastando com sua mão branca e esbelta, combinando com o bordado vermelho na manga, criando uma harmonia delicada.

Os olhos de Gu Peijiu brilharam, então ela colocou os espinheiros sem expressão dentro da manga.

Honestamente… que espertinha.

Pavilhão Suxi —

— Hum, a árvore Liuli vale três pontos… por que diabos precisa de tanto carbono…?

Xia Ge agachou-se ao lado de uma fornalha no canto, lançando um olhar amargo para o livro de dan¹⁰. Gu Peijiu lançou-lhe um olhar rápido. Xia Ge prontamente sentou-se reta, segurando o livro e lendo com voz forçada:

— Ah, irmã mais velha, o livro diz que preciso de três quilos de carbono de prata…

Gu Peijiu:

— …são três moedas.

Xia Ge lançou outro olhar apressado e corrigiu-se:

— Ah, certo. São três moedas, três moedas.

O humor de Gu Peijiu ficou um pouco complicado:

— Xia Wuyin, leia para mim a lista de materiais.

Xia Ge encarou a enorme quantidade de caracteres raros e desconhecidos no livro:

— …hã?

Sentada em uma almofada vermelha e flamejante, Gu Peijiu mantinha uma postura incrivelmente elegante e expressão perfeitamente tranquila:

— Leia em voz alta.

Xia Ge: “…isso…”

Ela encarou o caractere 【啠木】, mergulhando em contemplação.

Como se pronuncia isso…?

— …irmã mais velha, acho que, na verdade, alguns desses caracteres… nós conhecemos bem, mas por que devemos dizê-los em voz alta? Alguns são tão raros de propósito, devem querer que ninguém os pronuncie. Não devemos dificultar a vida de caracteres tão decididos…

Fixada pelo olhar sem emoção da jovem impecavelmente vestida de vermelho e branco, a voz de Xia Ge foi ficando cada vez mais baixa, até quase inaudível.

Hora de agarrar-se a um último fio de esperança.

{pequeno fantoche, como se pronuncia esse caractere?}

O sistema zombou:

[Por que está me perguntando? Já rompemos nossos laços.]

Xia Ge: “…”

Rompemos? Quando é que estivemos juntos?

Não, não, não. Agora não era hora de se perder em devaneios.

Altamente desconfortável sob o peso do olhar de Gu Peijiu, Xia Ge finalmente fechou o livro com um estalo e o jogou de lado. Pela primeira vez, sua ousadia indestrutível havia falhado.

Com o rosto corado, ela respondeu:

— Eu não sei essa palavra.

Aparentemente, dezesseis anos de educação obrigatória e quatro anos de faculdade na pátria foram em vão.

Vergonha.jpg

Os olhos negros de Gu Peijiu eram inescrutáveis:

— Você não sabe? Mas por que fechou o livro?

— Se ele estiver fechado, não pode me ver — respondeu Xia Ge seriamente.

Sistema: […]

— Eu não sei e agora ele não pode me saber.

Gu Peijiu: “…”

Sistema: […Hospedeira, por favor, saia rapidamente do grupo. Acho que a Seita Lingxi não quer mais você.]

 

═════ ♢.✰.♢ ═════

 

Notas de rodapé:

  1. Liandan (炼丹) — O processo de refino de elixires ou pílulas em artes marciais e alquimia interna.

  2. Guzheng — Instrumento musical tradicional chinês, uma espécie de cítara.

  3. Go — Jogo de tabuleiro estratégico de origem chinesa, também conhecido como Weiqi.

  4. Bigu dan (辟谷丹) — Elixir relacionado à prática de Bigu, um tipo de jejum ou alimentação espiritual.

  5. Danshu — Livro ou manual de alquimia interna contendo receitas e instruções para refino de elixires.

Capítulo 25 — Pavilhão Suxi
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Love from the Male Protagonist’s Harem

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Vestindo o sistema de upgrade de jogo dentro de um romance stallion, Xia Ge sentiu que estava sufocando. Depois de pensar muito, Xia Ge, que conhecia bem o enredo, decidiu agarrar...

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  • Capítulo 76.2 - O Destino dos Olhos de Monarca, Parte 2
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  • Capítulo 73.2 - Uma Beleza Divina
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  • Capítulo 70 - Orbe da Fala da Alma
  • Capítulo 69 - Seda Vermelha Tímida
  • Capítulo 68 - Chave de Jianfeng
  • Capítulo 67 - Admitindo ser Inferior a Outro
  • Capítulo 66 - O Início do Mercado Negro
  • Capítulo 65 - Ele, Ela, Ele, Ela
  • Capítulo 64 - Desfrutando do Apoio Popular
  • Capítulo 63 - Mestre de Pílulas Celestial
  • Capítulo 62 - Sonhos da Cidade Perdida de Yundu
  • Capítulo 61 - É um Acordo
  • Capítulo 60 - Você não pode pagar o que deve
  • Capítulo 59 - Ancestral Lingxi
  • Capítulo 58 - Recuperando-se Graças aos Pãezinhos
  • Capítulo 57 - Bullying em Jianfeng
  • Capítulo 56.2
  • Capítulo 56.1
  • Capítulo 55.2
  • Capítulo 55.1
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  • Capítulo 51 - Doudou e Shuangshuang [Memórias Enterradas]
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  • Capítulo 47 - Nos Bastidores
  • Capítulo 46 — Seguro para a Velhice
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  • Capítulo 32 — Caixa de Presente Surpresa
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  • Capítulo 27 – Almas Gêmeas São Difíceis de Encontrar
  • Capítulo 26 — O Dan Divino Incomparável
  • Capítulo 25 — Pavilhão Suxi
  • Capítulo 24 – Executado pelos Céus e Destruído pela Terra
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  • Capítulo 22 – Mangas Bordadas com Bordo Vermelho
  • Capítulo 21 – Matando Aula para Beber
  • Capítulo 20 – Chu Yi Vestindo Borboletas Prateadas
  • Capítulo 19 – Zhen Hun Incomparável
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  • Capítulo 17 – Mestre de Marionetes
  • Capítulo 16 – Antes e Depois do Upgrade
  • Capítulo 15 – Foice Negra Gigante
  • Capítulo 14 – Uma Canção de Verão Duradoura
  • Capítulo 13 – Brilho Ofuscante
  • Capítulo 12 – Panqueca de Gergelim
  • Capítulo 11 – Presa do Encanto
  • Capítulo 10 – Continente do Vento e da Lua
  • Capítulo 9 — Um Pãozinho no Vapor Por Dia
  • Capítulo 8 — Sem Verdade, Não Há Confiança
  • Capítulo 7 – Ossos Maravilhosos
  • Capítulo 6 – Roupas Encantadas
  • Capítulo 5 – Arroz Frito com Frango
  • Capítulo 4 – Reflexão Séria Sobre As Próprias Falhas
  • Capítulo 3 – A Origem do Garanhão
  • Capítulo 2-Peixe Tropical Salgado
  • Capítulo 1 - Atividade Ilícita

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