Capítulo 15
Ao chegar ao topo, Conan se surpreende ao entrar em uma espécie de casa na árvore, como se fosse o refúgio pessoal de Alaric. Ele olha ao redor e vê alguns livros empilhados, uma cama improvisada com almofadas e peles de animais, iluminado com algumas lamparinas. Era pequeno, mas ao mesmo tempo, aconchegante.
– Você pode descansar aqui até ficar sóbrio, depois voltamos para o palácio. – Alaric, que estava abaixado ao lado de um pequeno fogão a lenha, fala em um tom frio. Parecendo ainda estar irritado com ele.
– Foi você quem construiu isso ? – Conan caminha até a pilha de livros e pega um, folheando as páginas.
– Sim.
– Isso é incrível… – ele se senta na cama e observa Alaric em silêncio, enquanto o lobo coloca mais lenha no fogão.
– Logo vai esquentar. – Alaric se levanta e se senta no chão, longe de Conan.
– Você não quer descansar também ?
– Eu estou bem, pode dormir. – ele suspira e inclina a cabeça para trás, apoiando-se na parede. Conan se deita, virado em direção ao lobo, e aconchega-se entre as peles. Tudo ali tinha o cheiro dele.
Após alguns minutos, sem conseguir pregar os olhos, Conan se senta na cama e encara emburrado.
– Algum problema ?
– Deita aqui.
– Não.
– Não foi um pedido. – Conan insiste.
– Obedeço apenas ao Rei. – Alaric o provoca.
– Como o único membro da família real no recinto, você deve obedecer a mim! – ele contesta irritado. Alaric apenas ri e se levanta.
– Certo… – o lobo começa a retirar as peças que compõem sua armadura e deixa os objetos no chão. Em seguida, se aproxima da cama e se deita ao lado de Conan.
– Satisfeito ? – ele brinca, esperando alguma resposta furiosa, no entanto, Conan se agarra ao seu corpo de repente, afundando o rosto em seu peitoral. O lobo se surpreende, um pouco envergonhado, mas não o afasta.
– Sim… – Conan murmura e inclina a cabeça para cima, indo em direção ao pescoço de Alaric. Ele respira fundo, se embriagando com o cheiro do lobo. Mesmo suado após um dia intenso de treinamento, sempre cheira bem.
– Eu não quero dormir agora… – ele se agarra ao seu corpo com mais força e o encara com olhos de cachorrinho. Sabia que se pedisse com jeitinho, Alaric acabaria cedendo.
– Eu posso te tocar ?
– Quando você se tornou tão atrevido ? – Alaric acaricia sua cabeça e ri.
– Isso é um sim ?
– Bem… – ele hesita e gira o rosto para o lado, envergonhado.
Conan arregala os olhos, percebendo que Alaric não havia negado. No mesmo instante, ele se acomoda entre suas pernas e inclina-se sobre o seu corpo.
– Alaric… – ele murmura, visivelmente excitado, e suas mãos avançam em direção ao peitoral do lobo. Conan desliza as mãos por debaixo da sua camisa, retirando a peça com cuidado. Em seu tronco, havia várias cicatrizes, mostrando sua experiência no campo de batalha.
– Não olhe, é feio. – Alaric resmunga e leva a mão direita até o rosto de Conan, tentando cobrir seus olhos. O Príncipe agarra seu pulso e beija a palma da sua mão de forma gentil.
– Tudo em você é lindo. – ele sorri e o encara com um olhar luxurioso, fazendo o Comandante estremecer. Conan agarra seu peitoral com as duas mãos, roçando a ponta dos seus polegares sobre os mamilos, estimulando o local.
– Ugh… – Alaric geme baixinho e se contorce embaixo dele. Seu corpo nunca havia sido especialmente sensível ao contato físico, mas em todos os lugares onde Conan tocava, fazia sua pele arrepiar e seu pau palpitar.
Ao notar sua reação, o Príncipe sorri e desliza as mãos em direção ao seu quadril, puxando sua calça junto da cueca e deixando sua ereção à mostra. O lobo cobre os olhos com o antebraço, envergonhado demais para encará-lo, ao mesmo tempo, Conan admira seu corpo maravilhado, lutando para manter seu autocontrole.
– Alaric, pode olhar para mim, por favor ? – ele murmura em um tom doce e beija sua barriga, descendo até sua virilha. Conan se assusta e levanta a cabeça.
– Você pode só entrar… não precisa fazer isso.
– Eu não quero te machucar. – ele beija sua virilha novamente e logo depois abocanha seu pau, engolindo toda a extensão dele de uma vez, até chegar ao bulbo formado na base. Alaric sente um arrepio percorrer sua espinha e deixa um gemido ofegante escapar, agarrando seu cabelo e tentando afastá-lo. Não se sentia digno de ver alguém como Conan abaixar a cabeça diante dele.
– N-não… espera! – Alaric murmura entre os seus gemidos. A boca de Conan era tão quente e sua língua sabia exatamente o que fazer, sentia que seu corpo estava prestes a derreter. O Príncipe mantém seus olhos fixos sobre ele e continua movendo sua língua, queria vê-lo delirar de prazer, queria ser o único para Alaric e marcá-lo como seu.
Após alguns minutos, Alaric chega ao ápice e goza dentro da boca de Conan, enchendo-a com seu sêmen grosso e quente.
– Conan… – ele balbucia ofegante, sentindo seu corpo fraco. Nem quando era mais jovem tinha sentido tanto prazer. O Príncipe o ignora e afasta-se devagar, descendo em direção ao seu ânus, usando o sêmen do lobo para lubrificar a região.
– Me diga se doer. – Conan fala em um tom sério, mostrando que não iria recuar naquele momento. Alaric apenas concorda com a cabeça e logo sente os dedos do Príncipe abrirem caminho em seu interior.
Conan move seus dedos devagar, tentando encontrar a próstata, até finalmente consegue alcançá-la. Alaric geme alto e o encara assustado, era uma sensação estranha e ao mesmo tempo prazerosa.
– É a sua primeira vez com um homem ? – ele questiona surpreso e ao mesmo tempo, cheio de expectativa para ser o primeiro.
– Sim… – Alaric murmura e cobre os olhos com o antebraço. Sentia que estava fazendo um papel patético frente a ele. Conan arregala os olhos e sente seu pau palpitar, queria fodê-lo naquele mesmo instante, devora-lo por inteiro até não sobrar nada.
– Porra… você está me deixando louco! – ele suspira e retira os dedos do seu interior, em seguida abre sua calça e põe seu pau para fora, que salta em direção ao ânus de Alaric.
– Vou enfiar agora. – o Príncipe avisa e finalmente o penetra devagar, abrindo caminho pouco a pouco. Alaric geme e o encara com os olhos chorosos, que fazem Conan derreter.
– Merda… não me olhe desse jeito. Estou lutando aqui. – ele suspira novamente e inclina sobre Alaric, beijando sua testa gentilmente.
– Dói ?
– N-não…
– Ótimo. – Conan sorri e estoca com força, enfiando todo o seu pau dentro dele e golpeando sua próstata. Ele envolve o lobo ao redor dos seus braços e continua movendo sua cintura, naquela altura já não conseguia mais parar. Alaric finalmente era seu.
Capítulo 15
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O Lobo e o Ladrão
Após um longo e próspero reinado, Desmond e Ambrose deixam Neverhand nas mãos de Fenrir, seu primogênito, e partem para a sua tão esperada aposentadoria.
Enquanto Fenrir tenta se...