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WU: UM DESTINO NÃO REVELADO

CAPÍTULO 9

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🟡 Em breve

A caixa de feltro foi aberta.

Revelando cuidadosamente o amuleto guardado em seu interior.

Li Bua, um jovem vestido com um manto negro, de rosto encovado e coberto por tatuagens e cicatrizes, segurou o objeto com suas mãos finas e esqueléticas.

“O poder é muito forte.”

“Nunca vi nada parecido.”

Logo depois, um subordinado lhe entregou uma fotografia.

Era uma imagem tirada secretamente dentro da van.

Nela, o rosto de Niran aparecia claramente.

“Esta é uma foto da pessoa que nos entregou o objeto.”

Li Bua reconheceu imediatamente quem era.

“Esse é um dos discípulos da famosa Escola Chu Ming…”

Naquele momento, a televisão transmitia imagens de uma operação policial contra um cassino ilegal.

A voz do apresentador ecoava pela sala.

“Mais um cassino ilegal localizado no coração de Bangkok foi fechado.”

“As investigações continuarão para determinar quem está por trás da operação.”

“Esta ação faz parte da política do governo de repressão às organizações mafiosas envolvidas em negócios ilegais.”

“O Primeiro-Ministro confirmou que, dentro de um mês, os esforços para erradicar grupos mafiosos em todo o país serão intensificados.”

“O foco principal será o Sr. Thanarat Jongratana, conhecido pelo apelido de ‘Bao Cheng’, suspeito de envolvimento no caso do pub Huai Khwang e em esquemas de lavagem de dinheiro.”

Li Bua estava completamente absorvido pelo Yao recém-adquirido.

Nem sequer prestava atenção ao noticiário.

Ele entrou em outra sala.

Enquanto isso, a reportagem continuava.

Naquela sala, Bao Cheng estava sentado diante da televisão que falava sobre ele.

Mas parecia pouco interessado.

Curvado sobre a mesa, aspirava cocaína como se tentasse aliviar a própria ansiedade.

Duas mulheres estavam sentadas ao seu lado.

A voz do jornalista prosseguia.

“Bao Cheng obteve cidadania tailandesa por meio do casamento antes de ser processado por lavagem de dinheiro no início deste ano.”

“O caso ainda está em andamento.”

“Apesar disso, está sendo formado um comitê para analisar a revogação de sua cidadania.”

“Isso permitiria sua deportação para o país de origem, onde ele também responde por crimes.”

“Além disso, existe uma Notificação Vermelha da Interpol contra ele.”

Nesse instante, Li Bua aproximou-se de joelhos.

Com extremo respeito.

Ergueu o amuleto diante de Bao Cheng.

“Aqui está, chefe.”

“O Yao do cassino rival.”

“Assim que o removeram, o cassino foi fechado imediatamente.”

“Agora basta que eu coloque esse Yao no seu cassino.”

“Então o senhor se tornará a pessoa mais poderosa de Bangkok.”

Bao Cheng pegou o amuleto para examiná-lo.

Li Bua acreditava que seria elogiado.

Mas, inesperadamente, Bao Cheng lançou o objeto de lado e o empurrou violentamente ao chão.

“O que diabos você está me trazendo isso agora?!”

“Seu verme nojento!”

“Seu rato imundo!”

“Você acha que eu me importo com isso?!”

“Não… chefe!”

Li Bua rastejou pelo chão para recuperar o amuleto.

Parecia exatamente o rato que Bao Cheng acabara de chamá-lo.

Enquanto isso, Bao Cheng agarrou seu pescoço.

E apontou para a televisão.

“Está vendo…”

“… o que aquele homem está fazendo comigo?”

Li Bua voltou os olhos para a tela.

Nela aparecia o Tenente-General Chaisak, o Primeiro-Ministro.

Ele concedia uma entrevista coletiva diante da sede do governo.

“Tudo está ocorrendo conforme o planejado.”

“Se houver um pedido formal, nós o analisaremos.”

Um jornalista levantou a voz:

“Isso não tem relação com as fotografias vazadas, tem?”

“Porque a oposição está alegando que toda essa operação não passa de uma encenação.”

“Uma tentativa de provar que o senhor não possui vínculos com a máfia.”

A entrevista continuava.

E o olhar de Bao Cheng tornava-se cada vez mais sombrio.

“Depende da forma como cada pessoa enxerga a situação.”

“Quanto à fotografia, eu já expliquei que foi apenas uma reunião de cortesia realizada antes de qualquer acusação formal.”

“Conversamos por apenas alguns minutos.”

“Mas estamos combatendo firmemente as organizações criminosas, exatamente como prometemos ao povo durante a campanha eleitoral.”

Li Bua desviou os olhos da televisão e voltou-se para Bao Cheng.

“Então…”

“Sobre esse assunto, não dá para conversar com ele?”

“Você conhece o Primeiro-Ministro, não conhece?”

“Conheço.”

“Ele usou meu dinheiro como arma durante a campanha eleitoral.”

“Mas, quando percebeu o perigo, tentou me matar.”

“Agora nem sequer fala comigo.”

Tomado pela raiva, Bao Cheng destruiu mais alguns objetos ao redor.

Li Bua permaneceu calmo.

Esperou pacientemente até que o chefe se acalmasse.

Então aproveitou a oportunidade para dizer algo que guardava havia muito tempo.

“Então…”

“Vamos fazer com que ele queira falar conosco.”

“Mas como?”

“Esse trabalho exige dinheiro.”

“E pode ser um pouco arriscado.”

“Eu não me importo!”

“Qualquer método serve!”

“Não importa o preço!”

“Mesmo que eu tenha que colocar meus próprios pais em perigo!”

“Se isso fizer aquele velho encolher as bolas de medo, eu farei!”

Li Bua sorriu satisfeito.

Durante anos ele havia servido fielmente aquele chefe mafioso cruel exatamente por causa disso.

Finalmente.

O momento havia chegado.

Era hora de despertar o Deus Guerreiro.


A situação política do país parecia caminhar para o desastre.

Os protestos contra o Primeiro-Ministro começaram com apenas algumas centenas de pessoas.

Mas em menos de uma semana cresceram rapidamente.

Transformaram-se em manifestações com centenas de milhares de participantes.

Uma nova crise política ameaçava explodir.

Os manifestantes exigiam a renúncia do Primeiro-Ministro.

Muitos haviam perdido completamente a confiança nos políticos.

Alguns já começavam a pedir um golpe de Estado.

A mesma velha história da política tailandesa.

As ruas haviam se transformado em campos de batalha.

Tumultos.

Confrontos.

Violência.

As pessoas se recusavam a aceitar as regras.

E aqueles que estavam no poder não tinham intenção de fazer concessões.

Tudo parecia prestes a acontecer novamente.

Outros países sangram uma ou duas vezes e conseguem promover mudanças importantes.

Mas aquele país…

Mesmo depois de sangrar cem vezes.

Continuava sem mudar.

Era simplesmente sua natureza.

Niran evitava o caos das ruas.

Por isso preferia permanecer trancado em seu quarto antigo e apertado.

Um lugar tão simples que era difícil acreditar que pertencia a alguém que havia ganhado milhões em suas missões.

Niran não tinha interesse por luxo.

Dirigia um carro velho e usado.

Jamais se interessou por grifes ou bens caros.

Dinheiro era sua prioridade.

Os trinta milhões obtidos com o cassino continuavam empilhados no chão.

O cheque de dez milhões dado por Top ainda permanecia sobre a mesa.

Nem sequer havia sido descontado.

Niran trabalhava por dinheiro.

Mas…

Nunca soube exatamente para quê queria tanto dinheiro.

Sentado sozinho, lia tranquilamente um livro.

Completamente desconectado do mundo exterior.

Até que alguém bateu à porta.

Ele presumiu que fosse o entregador de comida.

“Pode deixar na frente do quarto!”

Mas as batidas continuaram.

Com um suspiro, Niran levantou-se e foi abrir a porta.

“O dinheiro não devia ser debitado direto no cartão?”

Assim que abriu a porta…

Congelou.

A pessoa do outro lado não era um entregador.

Era um rosto familiar.

Um rosto que havia sorrido para ele muitos anos atrás.

O sorriso continuava exatamente o mesmo.

Mas a pessoa havia mudado.

Aquele jovem de antigamente havia se tornado uma mulher bela e elegante.

“Hia.”

(Um termo carinhoso de origem chinesa usado na Tailândia para se referir a um irmão mais velho ou a um homem mais velho próximo.)

“Tee.”

(Apelido geralmente usado para uma criança pequena com traços chineses.)

Os dois sorriram um para o outro.

E então Niran a abraçou apressadamente.


Fei pegou uma fotografia antiga que estava sobre a mesa.

Era uma foto dela e de Niran.

Tirada quando ambos treinavam juntos na Escola Chu Ming.

Dez anos haviam se passado.

Tempo suficiente para mudar inúmeras coisas.

A aparência.

A maturidade.

A forma de enxergar o mundo.

Mas algo permanecia intacto.

O profundo afeto e a proximidade que compartilhavam como irmãos de sangue.

“Você não precisa esquentar.”

“Isso só me deixa com preguiça.”

“Vamos beber assim mesmo.”

Disse Niran enquanto tirava um chá instantâneo da geladeira para oferecer a ela.

Fei não conseguiu deixar de comentar.

“Seu padrão de vida continua caindo sem nenhum limite, não é?”

“Aaaah, me desculpe se este humilde subordinado a fez se sentir desconfortável.”

“Eu tive a ousadia de receber Vossa Excelência neste quarto caindo aos pedaços.”

Niran respondeu com sarcasmo.

Fei retribuiu na mesma moeda.

“Desconfortável?”

“Este quarto é luxuoso demais para você.”

“Principalmente considerando o estilo de vida que leva.”

“Bom…”

“Eu não tenho um político me bancando como você.”

“Mas no fim das contas você acabou trabalhando com bandidos, não é?”

“Mas eu não usei os conhecimentos dos meus ancestrais para servir ninguém.”

Os olhares dos dois se cruzaram.

Fei suspirou.

Não queria prolongar aquela discussão.

Após concluírem o treinamento na Escola Chu Ming, os dois seguiram caminhos completamente diferentes.

O Conselho dos Anciãos considerava ambas as escolhas pouco convencionais.

Fei rejeitou a ideia de se isolar da sociedade.

Possuía convicções políticas.

Ideais.

E acreditava que conseguiria manter o equilíbrio.

Essa crença a levou a se tornar uma pessoa de confiança do Primeiro-Ministro.

E até agora…

Ela havia conseguido manter esse equilíbrio.

Fei era originalmente da região de Mater-Marie.

Além disso, realizou sua transição de gênero.

Muitos consideravam aquilo algo “antinatural”.

Algo terrivelmente errado.

Mas ela acreditava firmemente que aquela era sua verdadeira natureza.

Sua coragem a transformava em uma exceção.

Já Niran…

Após entrar em conflito com o Conselho dos Anciãos, passou a viver da forma que desejava.

Fazia o que queria.

Ignorava proibições.

Ignorava críticas.

Ignorava qualquer opinião alheia.

Seu comportamento pouco convencional provavelmente era apenas resultado de sua própria teimosia.

Por isso, Fei costumava se considerar ligeiramente superior a ele.

Ela era uma rebelde com uma causa.

Niran era apenas um rebelde.

Bastava olhar para a montanha de dinheiro espalhada pelo chão.

Ainda assim, discutir esse assunto levaria outros dez anos.

E eles continuariam sem chegar a um acordo.

Então Fei resolveu ir direto ao ponto.

“Não vim aqui para discutir.”

“Preciso da sua ajuda com uma coisa.”

Niran fez uma pausa.

Já conseguia imaginar o que sua irmã, tão próxima do Primeiro-Ministro, estava prestes a dizer.

Afinal…

A organização para a qual Fei trabalhava estava enfrentando uma enorme crise naquele momento.

“Você sabe o que está acontecendo agora, não sabe, Niran?”

“Aqueles que chegam ao poder graças ao povo também podem ser derrubados pelo povo.”

“Essas são as leis do céu e da terra.”

“Mas isso não é isso.”

Fei respondeu imediatamente.

“Você sabe perfeitamente que o que está acontecendo não tem relação com o céu nem com a terra.”

“Tem relação com a libertação de um poder demoníaco.”

Niran ficou em silêncio enquanto observava a expressão séria de Fei.

Embora ainda tivesse dúvidas, admitia que, no fundo, também sentia que havia algo errado.

Por que tantas pessoas estavam tomadas por uma raiva tão intensa contra seu líder?

Por que os tumultos haviam atingido uma escala tão absurda por causa de um motivo que não parecia tão importante?

Antes mesmo de olhar pela varanda, Niran percebeu as nuvens negras se acumulando no céu.

Pareciam anunciar uma tempestade aterrorizante.

Mas era inverno.

Tudo estava errado.

Exatamente como Fei havia dito.

Então Niran se lembrou da lenda de um demônio capaz de manipular as pessoas.

Qi Rong.

O Demônio da Guerra.

Fei falou com absoluta convicção:

“Qi Rong foi ressuscitado.”

“E agora está à espreita nesta cidade.”

“Se realmente for esse demônio…”

“O que podemos fazer?”

“O poder dele pode estar muito além das nossas capacidades.”

“Mas nós somos Wu.”

“Temos que tentar.”

Niran soltou uma risada baixa.

Então perguntou:

“Você ainda acha que eu sou um Wu?”

“Se você não é um Wu, então o que é?”

Então…

Quem era ele?


Quem sou eu?

E o que devo fazer?

Pareciam perguntas eternas.

Perguntas que jamais encontrariam uma resposta definitiva.

E, toda vez que tentava respondê-las, Niran acabava voltando ao passado.

Como se procurasse alguma pista capaz de dissipar sua confusão.

Após a morte de Kung, seu avô, membros da Escola Chu Ming o visitaram depois do funeral.

Dessa vez vieram negociar diretamente com ele.

“Seu avô alguma vez falou sobre nós?”

Niran balançou a cabeça.

“Seu avô alguma vez explicou qual seria o seu papel no futuro?”

“Meu avô disse que eu não era um Wu.”

“E que jamais seria.”

Depois de responder, Niran foi para seu quarto.

Retirou o colar de jade do pescoço.

Jogou-o no chão.

E se deitou na cama.

O coração cheio de rebeldia.

Se Kung havia dito que ele nunca seria um Wu…

Então por que deveria ir para a Escola Chu Ming?

Nesse momento a porta se abriu.

Um jovem chamado Fei entrou no quarto.

E começou a conversar com ele.

“Sabe que o lugar para onde você deveria ir é um orfanato, não sabe?”

“Você quer ir para lá?”

Niran permaneceu em silêncio.

Sem responder.

Então Fei continuou.

“Você sabia que o céu e a terra podem abrir um caminho para você…”

“…mas cabe a você decidir se vai percorrê-lo?”

“Neste momento…”

“Você pode escolher.”

“Pode escolher ser apenas mais um órfão vivendo em um orfanato.”

“Ou pode escolher se tornar algo diferente.”

Foram aquelas palavras simples que fizeram Niran decidir acompanhá-los até a Escola Chu Ming.

E, graças a essa escolha…

Tornar-se o Wu que conhecemos hoje.

Desde o dia em que Fei o ajudou a escolher seu caminho…

Até agora.

Ela continuava o incentivando a decidir.

Agir.

Ou não agir.

Como um Wu.

“Isso significa que você ainda se considera um Wu.”

“Pelo menos é o que parece.”

“Principalmente depois de todos os comportamentos nada convencionais que você demonstrou ao longo dos anos.”

“Tá bom…”

“Eu vou ajudar.”

“Mas quero cem milhões de bahts como pagamento.”

“Você realmente nunca muda, não é?”

Fei comentou entre risos.

Apesar da provocação, estava feliz.

Pelo menos ele ainda estava disposto a ajudar.

“Eu já decidi.”

“Não vou trabalhar de graça.”

Fei suspirou.

Havia preocupação em sua voz.

“Um demônio desse nível…”

“Será o maior desafio que já enfrentamos.”

“Ainda bem que pelo menos tenho você ao meu lado.”

“Mas eu também preciso de alguém para me ajudar.”

Fei parou por um instante.

Enquanto isso, Niran já estava pensando em quem seria necessário para aquela nova missão.


Niran estava parado diante da casa de Pete.

Observando tudo ao redor com surpresa.

“Então você realmente nasceu em uma família rica.”

“Como acabou virando apenas um entregador viciado em apostas?”

“Não faço ideia.”

“Talvez seja por causa do demônio dentro de mim.”

“Claramente eu não consigo controlá-lo.”

“Talvez seja por isso que minha vida virou isso.”

Pete resmungou.

“Entendo.”

“Se você não tivesse um demônio dentro de si, sua vida certamente seria muito mais fácil.”

“Então por que você está aqui?”

“Ou vai me dizer que existe uma forma de…”

“Não existe uma forma de lidar com demônios.”

“Mas existem formas de tirar proveito deles.”

Pete ficou imóvel.

A curiosidade venceu.

Niran continuou:

“Tenho um trabalho importante para você.”

“E desta vez talvez precisemos das habilidades…”

“…do demônio que vive dentro de você.”

“Mas antes disso talvez seja necessário treiná-lo um pouco.”

“De quanto dinheiro estamos falando?”

Niran ficou surpreso.

Pete nem sequer perguntou qual era o trabalho.

A primeira pergunta foi sobre o pagamento.

Era fácil conversar com pessoas assim.

Ele estava prestes a fazer uma oferta.

Mas Pete o interrompeu.

“Não.”

“Não estou falando do dinheiro que você vai me pagar.”

“Estou falando do dinheiro que você vai receber.”

“Quanto você vai ganhar?”

“Eu quero metade.”

“Caso contrário, não tem acordo.”

Niran ficou completamente sem palavras.

Pete, por outro lado, sorriu triunfante.

Como alguém que acabara de vencer uma partida de pôquer.

“Certo.”

“Negócio fechado.”

Niran respondeu entre os dentes.

Enquanto pensava nos cinquenta milhões de bahts que talvez precisasse dividir.

Por um instante sentiu vontade de voltar atrás.

Achou que Pete seria fácil de lidar.

Mas parecia que ele era muito mais esperto do que imaginava.

CAPÍTULO 9
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WU: UM DESTINO NÃO REVELADO

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Pete é um jovem azarado que carrega consigo um fragmento de uma alma demoníaca e possui a capacidade de sentir Yao:...

Chapters

  • CAPÍTULO 13
  • CAPÍTULO 12
  • CAPÍTULO 11
  • CAPÍTULO 10
  • CAPÍTULO 10 - ESPECIAL
  • CAPÍTULO 9
  • CAPÍTULO 8
  • CAPÍTULO 7
  • CAPÍTULO 6
  • CAPÍTULO 5
  • CAPÍTULO 4
  • CAPÍTULO 3
  • CAPÍTULO 2
  • CAPÍTULO 1
 

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