Capítulo 31 — Procura desesperada
Luís Fernando:
Fazia três dias que Henry havia desaparecido.
Eu não conseguia dormir.
Nem comer.
A única coisa que ocupava meus pensamentos era encontrá-lo.
Peguei o carro logo cedo.
Comecei a procurar por toda a cidade.
O primeiro lugar foi um hospital particular.
Aproximei-me da recepção.
Luís Fernando: — Bom dia.
Estou procurando um jovem de dezoito anos.
Ele estava no fim da gravidez.
O recepcionista pesquisou no sistema por alguns minutos.
Depois levantou os olhos.
Recepcionista: — Sinto muito, senhor.
Não encontramos nenhum paciente com essas características.
Luís Fernando: — Tem certeza?
Recepcionista: — Sim.
Saí dali e fui para outra maternidade.
Depois outra.
E mais outra.
Em todas elas…
A resposta era a mesma.
Recepcionista: — Não há nenhum registro.
As horas passaram.
O sol começou a se pôr.
Mesmo assim, eu continuei procurando.
Entrei em mais um hospital particular.
Meu coração acelerava antes de cada resposta.
Mas, novamente…
Funcionária: — Não encontramos ninguém com esse nome.
Respirei fundo.
Passei a mão pelo rosto.
O desespero começava a tomar conta de mim.
Dentro do carro…
Apoiei a testa sobre o volante.
Fechei os olhos.
Luís Fernando: — Onde você está, Henry…?
Por favor…
Só me dá um sinal de que está vivo.
Peguei o celular.
Olhei para a foto de Henry.
Liguei mais uma vez.
A ligação nem chegava a completar.
O telefone continuava desligado.
Naquela noite…
Voltei para casa sem nenhuma resposta.
Sem nenhuma pista.
Sem saber se Henry estava seguro.
Sem saber se o bebê já havia nascido.
E, pela primeira vez…
O silêncio daquela mansão parecia ainda mais pesado do que a própria culpa que eu carregava.
Capítulo 31 — Procura desesperada
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Amar Sem Ser amado
No mundo omegaverso, onde o destino parece ser definido antes mesmo do nascimento, Henry, um ômega de apenas 18 anos, sempre acreditou que seu futuro estaria ao lado do homem que amava desde a...