Deflower Me If You Can

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🟡 Em breve

“Eu sei, mãe. Não se preocupe.”

Cassian deu um beijo rápido no rosto da Duquesa e seguiu em direção a porta.

“Estou indo.”

Sua mãe não tentou segurá-lo mais. Assim que saiu para o corredor e ficou sozinho, ele começou a caminhar rapidamente com passos largos. As palavras da Duquesa não estavam erradas. Ele também não era totalmente isento de culpa em relação a Bliss, mas tinha suas razões.

No momento, ele estava fazendo o máximo para conciliar sua agenda e a consideração por Bliss. Ele havia prometido que depois de hoje dedicaria a próxima semana inteira exclusivamente a Bliss. Embora o menino fosse ficar bem entediado nesse meio tempo…

Bem, eu tenho certeza que ele vai arrumar uma forma de se divertir sozinho.

Enquanto pensava isso, Cassian refletiu que por outro lado não seria ruim se Bliss ficasse tão farto desta oportunidade a ponto de dizer que nunca mais voltaria lá.

“O senhor já chegou? A bagagem já foi colocada no porta-malas como solicitado.” O funcionário que esperava com o carro em frente à entrada falou enquanto abria a porta do motorista.

Cassian assentiu e subiu prontamente no assento.

“Bem, e lá vamos nós.”

Sentado no banco do motorista, ele operou o GPS, definiu o destino e deu a partida. Cassian tinha cinco carros e o Wrangler era ótimo para ocasiões como essa. Assim que passou pela estrada pavimentada e começou a dirigir pela trilha na floresta, o carro chacoalhou naturalmente, balançando todo o seu corpo. Apesar disso, um cantarolar alegre continuava saindo de sua boca.

***

“Cassian! Que bom que chegou!” Um dos membros do grupo que já esperava foi o primeiro a avistá-lo e o saudou com um grito entusiasmado.

O jovem deu uma olhada rápida nos rapazes que preparavam o acampamento, abraçou levemente o homem que o recebia e começou a falar.

“Atrasei um pouco, demorei para conseguir sair.”

“O que a Duquesa disse?”

Cassian soltou uma risadinha com a pergunta do outro rapaz.

“Minha mãe está sempre cheia de preocupações.”

Ele entendia que não havia o que fazer. Afinal, Cassian Strickland era o único herdeiro da família ducal e seu único filho.

Só era um pouco sufocante.

Após chegar a essa conclusão, Cassian logo mudou de assunto.

“Até onde vocês já foram? O que eu faço agora?”

“Cassian.” Ele parou de repente ao ouvir seu nome ser chamado.

“Eina.”

“Oi, como você está?” Uma mulher se aproximou sorrindo e abraçou Cassian carinhosamente.

Cassian ficou momentaneamente surpreso com a situação inesperada, mas logo sorriu como se nada fosse e a abraçou de volta antes de soltá-la.

“Não sabia que nos encontraríamos assim. Como soube?”

Eina era a filha mais nova de uma família de condes. Ela e Cassian se conheciam desde a infância e chegaram a namorar por um breve período. Devido à sua personalidade descontraída e vibrante, não houve ressentimentos e mesmo após o término eles mantiveram uma amizade próxima…

Seria Eina a pessoa de quem Jeffrey falou que viria?

Assim que Cassian desviou o olhar, Jeffrey virou o rosto imediatamente. Como esperado. Cassian não pôde fazer nada além de franzir a testa levemente.

Os jovens reunidos ali, incluindo Eina, eram todos filhos de famílias influentes e, assim como Cassian, viviam vidas bastante reprimidas devido ao olhar alheio e às aparências sociais. Graças a isso, esta noite era um momento onde o desejo e a vontade de todos se uniam, resultando em uma atmosfera naturalmente animada.

Eina provavelmente estava ali pelo mesmo motivo.

Diante da pergunta implícita de Cassian, Eina deu uma risada curta e respondeu.

“Com um evento desses, é claro que você deveria ter me convidado. Estou decepcionada, Cassian Strickland.”

“Ah, me desculpe. Cometi um erro. Por favor, me perdoe.”

Quando Cassian se desculpou em tom de brincadeira, Eina fez uma expressão falsamente solene.

“Eu perdoo o erro de Vossa Senhoria. Em troca, vá acender o fogo.”

Seguindo a ordem brincalhona dela, Cassian curvou a cabeça e respondeu: “Seguirei suas ordens, Majestade.”

E ele imediatamente começou a recolher lenha para preparar o fogo. Eina também se movia apressadamente para terminar o que estava fazendo antes da chegada de Cassian.

Com cinco pessoas divididas em diferentes tarefas, o trabalho terminou num piscar de olhos. Olhando para o local de acampamento razoavelmente montado, um dos rapazes disse:

“Até que não está mal. Dá para aguentar o dia de hoje.”

Ao ouvir isso, os outros assentiram e começaram a comentar.

“De qualquer forma, a gente nem vai entrar na barraca para dormir. Vamos passar a noite acordados bebendo, não é?”

“Será que a bebida vai ser suficiente? Todo mundo preparou tudo direito?”

“Mais do que isso, estou com fome. Não tem nada para comer?”

“Já imaginava, por isso eu também preparei algo. Ei, reúnam-se todos primeiro. Vamos começar.”

Em seguida, todos gritaram em uníssono: “Vamos beber! Até cair!”

Com gargalhadas, eles se acomodaram e deram início à “noite barulhenta” que vinham planejando há semanas.

“Esperem, eu trouxe salsichas.” Dizendo isso, Cassian caminhou até o carro.

Salsichas grelhadas e cerveja pareciam uma combinação excelente. Enquanto abria o porta-malas para pegar os itens que havia instruído o funcionário a carregar previamente, ele olhou para trás e perguntou: “E a bebida? Tiro agora ou depois?”

“Ainda tem o suficiente. Tira daqui a pouco.”

“O que mais tem além de salsicha? Esse cara trouxe batatas!”

“Não seria a mesma coisa sem marshmallows. Tomem, espetem um por um e assem. Aqui.”

Deixando para trás os rapazes que conversavam animadamente, Cassian pegou a caixa contendo as salsichas e outros alimentos. Era para ser apenas o tempo de se virar e voltar para o lugar onde estavam, mas…

“…Hã?”

Ele parou de se mover, segurando a caixa com as duas mãos. Seus olhos estavam pregando uma peça?

Ele piscou várias vezes, mas nada mudou. Diante de uma situação totalmente inacreditável, Cassian não conseguiu reagir de imediato e apenas ficou olhando fixamente para dentro do porta-malas.

Por que, diabos, por quê?

O pequeno corpo encolhido subia e descia ritmicamente a cada respiração. Assim como as crianças costumam fazer, ele respirava rápido, ele obviamente estava em um sono tão profundo que não parecia que acordaria tão cedo.

Cassian já tinha experiência de como essa criança dormia profundamente, alheia ao mundo. Ele não sabia se todas as crianças dessa idade eram assim ou se Bliss era especial.

Mas, por que justo aqui?

Nada mais importava. O que importava era por que diabos ele estava dormindo ali. E como ele sabia que eu sairia com este carro hoje?

Teria sido coincidência…?

Enquanto ele pensava nisso, um dos rapazes sentiu que algo estava estranho, levantou-se e aproximou-se de Cassian.

“Cassian, o que foi? Quer ajuda?”

Cassian continuou parado no mesmo lugar, sem se mover, mesmo quando o amigo chegou ao seu lado. O rapaz, inclinando a cabeça confuso, seguiu o olhar de Cassian para baixo e deu um grito de susto.

“Eek! O que é isso?!” Ao som do grito repentino, os outros que estavam rindo e conversando correram para ver o que estava acontecendo.

“O quê? O que houve?”

“Você está bem? Se machucou?”

“O que é? O que é?”

Gritando apressadamente, eles cercaram Cassian e após passarem pelo mesmo processo que o primeiro rapaz, ficaram paralisados como ele. O barulho de conversas e risadas de instantes atrás desapareceu num segundo, dando lugar a um silêncio atordoado. Todos apenas olhavam em silêncio para dentro do porta-malas.

“Uuung.” Bem naquela hora, Bliss resmungou dormindo e franziu o rosto.

Enquanto todos prendiam a respiração a criança, que continuava imóvel, soltou um suspiro, relaxou a expressão e voltou a dormir.

“Que fofo!”

Eina gritou baixinho, cobrindo a boca com a mão e logo os outros começaram a comentar um após o outro.

“De onde será que essa criança surgiu? É uma fada?”

“Talvez seja um anjo. É fofo demais!”

“Posso tentar segurar? É a primeira vez que vejo uma criança tão pequena assim.”

“Cuidado. Se um brutamontes como você tentar levantá-lo, ele vai acordar assustado e ter um colapso.”

“Então eu tento segurar. Vocês sabem, não é? Eu praticamente criei meu irmão mais novo caçula.”

“Você está falando do seu escravo legalizado?”

“Esperem, todos se acalmem. Primeiro, me escutem. Fiquem quietos.” Com as palavras de Eina, os rapazes que faziam barulho se calaram.

Eina confirmou que a atenção estava voltada para ela e só então começou a falar.

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Bliss, como de costume, assistia a um drama de vingança clichê preso no tédio do cotidiano, quando ao entrar casualmente em um canal de notícias, no instante em...

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